Em conversa pelo twitter, meu texto Manifesto é discutido de forma pouco elogiosa. Até aí, nada de novo. Como também o uso de gírias duvidosas para denegrir este autor. A novidade é que o moço “contra este mané” veio me pedir emprego alguns meses atrás. E, na entrevista, não se referiu a mim como “mané”. Muito pelo contrário, aliás: “se identificava muito”. Ah, tá.
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Eu sou contra os manés, todos os manés.
imagino que você não tenha tido tempo pra acompanhar o desdobramento dessa conversa, mas eu tuitei seu texto por admiração e identificação reais. sofri uma censura séria, me lembrei do texto e achei que seria uma forma divertida de “protestar”. deixo isso claro no desenrolar da discussão, que inclusive teve outros participantes.